Movimentos da língua poderão controlar equipamentos eletrônicos

Em testes, estudante conseguiu movimentar uma cadeira de rodas dessa forma.
Imã de 3 mm preso à língua envia informações para sensores de movimento.

Do G1

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Pesquisador coloca imã na língua de voluntário; sensores identificam movimentos e os ‘traduzem’ em comandos. (Foto: AP)

Um projeto do instituto Georgia Tech dá a pessoas com limitações físicas o poder de movimentar uma cadeira de rodas e futuramente controlar um computador usando apenas a língua. “É possível comandar todo um ambiente dessa forma”, afirmou Maysam Ghovanloo, líder da pesquisa. Para isso, voluntários prendem em suas línguas uma espécie de imã com três milímetros que capta movimentos e define os comandos.

No projeto de Ghovanloo, esse imã na ponta da língua pode interagir com uma espécie de teclado virtual. Os movimentos feitos dentro da boca são todos capturados por sensores, que ficam ao lado das bochechas e enviam os dados para um receptor. Essas informações são então processadas por um software que transforma os movimentos em comandos para cadeiras de rodas e, futuramente, outros eletrônicos.

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Xueliang Huo conseguiu movimentar cadeira de rodas com os movimentos da língua. (Foto: AP)

Quando o sistema liga, o usuário tem de definir seis comandos: direita, esquerda, frente, trás, um clique e clique duplo. Ghovanloo espera acrescentar outras dezenas de alternativas para aumentar a eficiência da boca como controle para sistemas eletrônicos: para a esquerda e para cima, por exemplo, poderia determinar o desligamento das luzes ou da TV.

Duas fundações para pesquisa investiram US$ 120 mil e US$ 150 mil no desenvolvimento do projeto.

Saiba onde praticar esporte de graça em SP

Conjuntos esportivos do estado e da prefeitura oferecem aulas orientadas.
Vagas nos clubes e ginásios dependem de ordem de chegada para inscrição.

Daigo Oliva/ G1

Crianças jogam baseball de graça (Foto: Daigo Oliva/ G1)

Além de oferecer gratuitamente espaços e estrutura para a prática de esportes, a cidade de São Paulo dá aos seus moradores a possibilidade de treinar com o assessoramento de professores sem pagar nada. Com um pouco de sorte e insistência, o paulistano atento pode se exercitar em alguns dos locais indicados pelo G1 e, quem sabe, colaborar com o desempenho do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2012.


Espalhados por São Paulo, há uma série de conjuntos desportivos que funcionam como clubes públicos. Neles, o morador da cidade pode se inscrever em cursos de esportes com turmas fechadas e treinos orientados por um professor.


Criado em 1945, o Complexo Desportivo Baby Barioni, na Zona Oeste, coloca à disposição aulas de natação, hidroginástica, futsal, vôlei, basquetebol, musculação, capoeira, alongamento, taekwondo e patinação artística. As turmas são divididas de acordo com o nível do aluno e para participar, é preciso apresentar um atestado de aptidão física e torcer por uma vaga na modalidade e horário que escolher.

De acordo com a direção, novas vagas são abertas a cada três meses. Até o ano passado, as turmas eram preenchidas por sorteio, mas havia alunos matriculados que não podiam cursar o nível seguinte porque não haviam sido sorteados. Agora, para evitar problemas de continuidade nas aulas, a rematrícula é automática, e a seleção para novas vagas é feita por ordem de chegada. A cada duas faltas seguidas sem justificativa, o aluno perde a vaga.

Na Zona Norte da capital paulista, onde funcionava a antiga Penitenciária do Carandiru, foi projetado o Parque da Juventude, que tem quadras e pistas dedicadas ao esporte. Para quem quer treinar e não tem tempo durante o dia, as portas do conjunto ficam abertas até as 2h da manhã, de terça a sábado. Os atletas podem contar com aulas gratuitas de tênis, vôlei, futsal, handebol, basquete, alongamento, ginástica e taekwondo, além do skate, que recebe uma atenção especial.

Daigo Oliva/ G1

Corredores usam área da USP como local de treinamento (Foto: Daigo Oliva/ G1)

Futuros medalhistas

Os Clubes da Cidade, distribuídos em mais de 40 endereços, devem receber nos próximos meses alguns dos futuros campeões brasileiros. De acordo com a Prefeitura de São Paulo, um projeto chamado Clube Escola deve atrair para esses espaços os alunos da rede pública e suas famílias. As aulas especiais direcionadas aos pequenos e aos adolescentes não impedem, como explica a prefeitura, a participação dos veteranos nas atividades orientadas.
Alguns dos clubes apresentam modalidades olímpicas como atletismo, basquete, boxe, futebol, ginástica artística, judô, tênis, pólo aquático e até trampolim acrobático. Além deles, atividades físicas como dança e hidroginástica estão na lista, que sofre alterações dependendo da capacidade e das dependências de cada clube.

Em meio ao verde

Quem não conseguir vaga nos cursos ou não tiver disponibilidade para treinar regularmente, pode ainda usufruir das quadras, pistas de atletismo e de ciclismo distribuídas nos 43 parques públicos espalhados pela cidade. A utilização das instalações não exige reserva ou inscrição, e os times normalmente dividem o uso por ordem de chegada.
O maior e mais procurado de todos os parques, o Ibirapuera, na Zona Sul, é famoso pelas opções de pista para adeptos do ciclismo e da corrida de rua. Outra opção para ciclistas e corredores é a Cidade Universitária, na Zona Oeste. Aos sábados, a Universidade de São Paulo libera a entrada de equipes de ciclistas, que aproveitam a amplitude das avenidas do campus.

Serviço:

Conjunto Desportivo Baby Barioni
Endereço:Rua Germaine Burchard, nº 451
Telefone: 3673-5133

Parque da Juventude
Endereço: Av Zaki Nachi, n° 1309
Telefone:2251-2706

Cidade Universitária – USP
Av. Afrânio Peixoto, s/n°.
Telefone: 3815-8935

Clube Escola Ipiranga
Praça Nami Jafet, 45
Telefone: 2273-1302
Clube Escola Butantã
Rua Ernani da G. Correia, 367
Telefone: 3721-5711
Clube Escola Vila Curuçá
Rua Grapira, 537
Telefone: 6584-3865
Clube Escola Parque do Carmo
Avenida Afonso Sampaio e Souza, 2001
Telefone: 6748-7303

Clube Escola Tatuapé
Rua Monte Serrat, 230
Telefone: 2097-7435

Clube Escola Jabaquara
Rua Lussanvira, 178
Telefone: 5014-0049

Clube Escola Freguesia do Ó
Rua Jacutiba, 167
Telefone: 3975-7569

Clube Escola Lapa (Pelezão)
Rua Belmont, 957
Telefone: 3834-0032

Clube Escola Jardim São Paulo
Rua Veri, 425
Telefone: 2978-0254

Clube Escola Pirituba
Avenida Agenor Couto de Magalhães, 32
Telefones: 3904-1154

Clube Escola Vila Maria (Thomas Mazzoni)
Praça Jânio da Silva Quadros, 150
Telefone: 2949-9825

Clube Escola Santo Amaro
Avenida Padre José Maria, 555
Telefones: 5687-6340

Clube Escola Ibirapuera
Rua Pedro de Toledo, 1651
Telefones: 5549-5691

Clube Escola Mooca
Rua Taquari, 635
Telefones: 6694-7668

Celular com software do Google deve chegar até o final do ano, diz jornal

Segundo ‘New York Times’, T-Mobile vai ser a primeira a adotar o sistema Android.
Aparelho pode ser um dos principais rivais do iPhone, da Apple.

Telekom, será a primeira a oferecer um telefone móvel baseado no Android, software do Google, informou o “New York Times” citando pessoas que conhecem os planos da empresa. O aparelho deve começar a ser vendido nos Estados Unidos antes do Natal, talvez já em outubro, informou o jornal.

O telefone, que será fabricado pela líder mundial do setor de telefones inteligentes (smartphone) High Tech Computer, deve desafiar o iPhone da Apple assim como outros smartphones que usam softwares da Palm, Research in Motion, Microsoft e Nokia Oyj.

Nem o Google nem a T-Mobile retornaram ligações em busca de comentários.

Em novembro de 2007, o Google apresentou o Android, sistema de software de criação de ferramentas para aparelhos móveis, em uma ação que a empresa alega que ajudará a indústria de celulares a fazer com que a internet funcione em telefones da mesma forma como funciona em computadores.

Embratel cria opção de acesso à Internet para classe C

Da Reuters

Por Taís Fuoco

SÃO PAULO (Reuters) – A Embratel começa a oferecer, até setembro, uma opção de acesso à Internet com telefone para novos usuários de computador por 39,90 reais mensais. A medida é, segundo a companhia, uma forma de atingir a classe C, que graças a incentivos fiscais está conseguindo comprar seu primeiro PC.

A companhia implementou uma rede de transmissão de dados móveis na região que pertencia à Vésper, empresa comprada pela Embratel no final de 2004 e que detinha licenças para as regiões da Telefônica (Estado de São Paulo) e da Oi .

Guilherme Luiz Zattar, diretor executivo de negócios residenciais da companhia, conta que quando a empresa adquiriu o controle da Vésper recebeu junto o serviço comercializado sob a marca “Livre”, de telefonia fixa sem fio, cuja base apontava 1 milhão de clientes.

“Depois de “limpa”, essa base de clientes caiu para entre 200 mil e 300 mil assinantes”, já que havia um índice grande de inadimplência e mesmo de clientes que já haviam desistido, mas ainda eram contabilizados como usuários.

Como a rede da época não permitia acesso à Internet, a Embratel deu início a uma reformulação, que envolveu a troca dos fornecedores e da tecnologia utilizados.

A Ericsson, que forneceu a rede usada até então pela Vésper, foi substituída pela Nortel em São Paulo e pela Huawei na região da Oi (Sudeste, Nordeste e Norte do Brasil). Desde então, o total de clientes subiu para 1,7 milhão de usuários.

A tecnologia implementada foi a 1XRTT, uma variação do CDMA que permite conexões à Internet a uma velocidade média de 144 Kbps. “Como a linha discada permite uma conexão de 50 Kbps, teremos uma opção três vezes mais veloz”, compara o executivo.

Segundo Zattar, feita essa reformulação, a Embratel decidiu criar um pacote que ofereça voz e Internet.

A atual base de clientes, que hoje só utiliza voz, poderá contratar o serviço de acesso à Web por adicionais 24,90 reais.

Em cerca de 20 dias, o pacote, batizado de Livre.com, começa a ser vendido em toda a região da Oi, menos no Estado do Rio de Janeiro, que assim como São Paulo só deve ter a opção “em três a quatro meses”, de acordo com o executivo.

Segundo ele, em duas semanas de testes feitos na capital paulista “a aceitação foi muito forte” e gerou a adesão de 7,5 mil potenciais clientes.

À medida que os assinantes quiserem velocidades mais altas de banda larga, podem optar pelo Vírtua, da NET, de quem a Embratel é acionista minoritária e com quem tem uma parceria comercial.

“Nossa idéia neste momento é mesmo atender a essa classe C emergente”, afirmou o diretor. A rede “Livre” da companhia cobre 95 municípios nas áreas da Oi e da Telefônica.

Celular feito com milho tem câmera digital e toca-MP3

Aparelho usa plástico biodegradável em toda a sua carcaça.
Modelo E200 Eco será lançado na Europa; preço ainda não foi divulgado.

Do G1

Divulgação

Carcaça do aparelho usa plástico biodegradável feito com milho. (Foto: Divulgação )

A Samsung apresentou nesta quinta-feira (14) o telefone celular E200 Eco, que usa o milho como principal matéria-prima de sua estrutura. Esse é o terceiro aparelho da fabricante a adotar o uso desse grão — ao contrário dos modelos anteriores, que adotavam milho em apenas uma parte da carcaça, toda a estrutura do novo aparelho é de bioplástico (plástico biodegradável).

Desenvolvido pela Cheil Industries, empresa que é parte do grupo Samsung, o telefone tem câmera de 1,3 megapixel e tocador digital. Ele vem embalado em uma caixa de papel feita com material reciclado. Assim como os modelos W510 e F268, o E200 Eco é produzido com técnicas que eliminam materiais nocivos ao ambiente quando esses produtos são descartados – caso do chumbo, cádmio e mercúrio.

Segundo a versão on-line do “New York Times”, que divulgou o produto, o E200 Eco será vendido a partir do próximo mês na Europa, por preço não definido. Também não há previsão para comercialização em outros países.

A NEC passou a usar o bioplástico em telefones celulares em 2006 e, desde 2004, adota esse tipo de material em seus laptops da linha LaVie. A Samsung testa o bioplástico em outros produtos, mas não divulga planos de expandir o uso dessa alternativa. Na mais recente lista de eletrônicos “verdes” do Greenpeace, a Sony e Sony Ericsson são apontadas como as fabricantes de eletrônicos que mais se preocupam com o ambiente.

Robô funciona com ‘cérebro’ feito de neurônios de verdade no Reino Unid

Colocadas em meio de cultura, células transmitem instruções via sistema Bluetooth.
Intenção dos pesquisadores da Universidade de Reading é estudar memória humana.

Do G1

Pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, criaram uma forma fascinante e inusitada de ciborgue: um conjunto de neurônios (células nervosas) que controla um robozinho em laboratório. A colônia neuronal, cultivada numa placa de vidro, está colocada sobre um conjunto de multieletrodos (MEA, na sigla inglesa), que captura os sinais elétricos que chegam dessas células. Sempre que o robô se aproxima de um objeto, manda sinais de volta para os neurônios. Dessa maneira, os cientistas britânicos esperam que a rede neurológica “aprenda” a se desviar de objetos e “memorize” caminhos. A idéia é usar o sistema para estudar o funcionamento do cérebro.

Divulgação

Sistema Bluetooth, como o de certos celulares, serve para enviar sinais ao robô (Foto: Divulgação)

Spore

Criador de ‘Spore’ quer levar o game para a TV e o cinema

‘Estamos lançando as sementes’, disse Will Wright em entrevista.
Licenciamento pode incrementar vendas do jogo, que será lançado em 7 de setembro.

Da Reuters

Renato Bueno/G1

Renato Bueno/G1
Will Wright apresenta algumas criações de ‘Spore’ durante a E3, em julho (Foto: Renato Bueno/G1)

A produtora de games Electronic Arts (EA) quer licenciar para televisão e para o cinema os direitos do seu jogo “Spore”, que será lançado em setembro, como forma de incrementar as vendas, segundo informou nesta quarta-feira (13) o guru da companhia, Will Wright.

Tendo de lidar com vendas mornas e pouco interesse por parte dos tradicionais adeptos de jogos em computador, a deficitária EA está reavaliando suas formas tradicionais de desenvolvimento e comercialização.

Ela está em meio a uma agressiva campanha de marketing e apostando em outros títulos novos para atender à expectativa anunciada de receita líquida de US$ 5 bilhões a US$ 5,3 bilhões em todo este ano. No mês passado, a empresa divulgou um prejuízo trimestral menor, enquanto a receita dobrou apoiada pelas vendas de alguns dos seus games, mas o resultado ficou aquém da estimativa dos analistas de Wall Street.

De bactéria ao universo
Divulgação

Versão de ‘Spore’ para iPhone utiliza ’acelerômetro’ do aparelho para controlar criaturas
(Foto: Divulgação)

“Spore”, criado por Wright, é um dos lançamentos mais aguardados na área de games. Com lançamento previsto para 7 de setembro, ele permite que os jogadores criem impérios e civilizações entre galáxias. A norte-americana EA, que publica jogos de grande sucesso como “The sims” e “Need for speed”, disputa com a Activision Blizzard o título de maior produtora de games do mundo. A companhia está em meio a uma oferta de compra hostil da rival menor Take-Two Interactive.

“Com o ‘Spore’, estamos olhando para além do espaço dos jogos de computador, como TV, cinema, etc. Estamos basicamente lançando as sementes para espalhar o ‘Spore’ a um universo de pessoas muito maior que qualquer outro game”, disse Wright à Reuters.

Entrega de obras na Avenida Paulista deve ocorrer até 31 de agosto

Primeira previsão era de que fim dos trabalhos ocorresse em abril.
Trecho de calçada que apresentou problemas está sendo refeito.

Luciana Bonadio

Luciana Bonadio/G1

Foto de arquivo mostra reforma nas calçadas da Avenida Paulista (Foto: Luciana Bonadio/G1)

A reforma da Avenida Paulista entrou em fase de ‘detalhamento’ e deve estar concluída até 31 de agosto, quatro meses depois do prazo inicialmente previsto, de acordo com Angelo Mellios, coordenador de obras da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. “É uma fase de detalhes. Quando você conclui uma obra da dimensão da Avenida Paulista, é usual fazer um check-list de coisas que precisam ser melhoradas”, afirmou ao G1.

As obras de revitalização da Avenida Paulista começaram em julho do ano passado. A previsão inicial era de que os trabalhos estivessem concluídos em abril deste ano. O prazo contratual mudou para julho e, novamente, para 31 de agosto. De acordo com Mellios, a preocupação da prefeitura foi evitar um grande impacto para a circulação de veículos e pedestres.

“Nós fomos refazendo o planejamento procurando o mínimo de interferência para o trânsito e para o pedestre. A obra poderia ter sido concluída há três ou quatro meses se a gente tivesse fechado uma faixa de ponta a ponta, por exemplo. Mas esse não é o foco. A preocupação não é o prazo, mas entregar para a população que usa a Paulista uma obra de qualidade, que traga conforto para o usuário”, afirmou.

Lista de mudanças

A prefeitura faz uma lista de mudanças que precisam ser feitas, que será entregue à empresa responsável pela obra. Entre elas, melhorias nas instalações das tampas de concessionárias – caixas da Eletropaulo e da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), por exemplo.

Entre as mudanças que já estão sendo feitas está recuperação de 500 metros de piso na região do Hospital Santa Catarina. Esse trecho foi o primeiro a ser reformado, mas apareceram trincas no piso. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) determinou, durante vistoria realizada em novembro do ano passado, que o acabamento da calçada no local fosse refeito.

Mellios acredita que o trecho com problemas foi pequeno, uma vez que a prefeitura reformou 55 mil metros quadrados da Avenida Paulista. Ele diz que a revisão de toda a reforma já concluída é importante antes da entrega definitiva. “Não dá para deixar a obra e depois faltar alguma coisa, nós estamos no detalhe mesmo.”

Em relação ao recapeamento da via, ele diz que ainda falta concluir o trecho entre a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e a Alameda Campinas, no sentido Consolação. Esse trabalho deve estar terminado na próxima semana.

O controle, nas suas mãos

2008_31_07_anelipodpequeno.jpgAumentar o volume e selecionar músicas no iPod ou no iPhone estão longe de serem tarefas difíceis. Mesmo assim, o designer Victor Soto achou que poderia simplificar os comandos — e torná-los mais estilosos, claro — transformando um anel em controle remoto. Sensível ao toque, o iRing aumenta e diminui o volume quando o usuário desliza o dedo sobre sua superfície (olha aí a foto ao lado). A pausa pode ser dada ao clicar sobre a maçã e a troca de músicas é feita com os botões “invisíveis” ao lado do ícone da Apple.

O acessório precisa ser carregado e a duração da bateria é de duas horas dois dias — mas tudo isso só no projeto, porque o iRing ainda não está disponível. Também na teoria, a transmissão dos comandos é feita via tecnologia Bluetooth. Você acha que o iRing merece chegar às lojas ou deve ficar só no papel mesmo?

2008_31_07_anelipod.jpg

Por Juliana Carpanez

Tempo para uso do bilhete único aumenta na segunda-feira

Com mudança, será possível fazer quatro viagens em até três horas.
Para alguns passageiros, ainda será difícil pagar apenas uma passagem.

A partir de segunda-feira (28), aumenta o tempo em que o passageiro pode usar o bilhete único pagando apenas uma passagem. Hoje, a pessoa pode fazer até quatro viagens em duas horas. Com a mudança, vai ser possível fazer as mesmas quatro viagens – só que em até três horas. A novidade, no entanto, não vale para quem usa o bilhete único de estudante ou do trabalhador.

Em um ponto de ônibus da Vila Calu, na Zona Sul de São Paulo, os trabalhadores já estavam à espera do transporte às 6h desta sexta-feira (25). A doméstica Judite Almeida já enfrentou uma maratona. “Já andei uma hora, duas horas”, contou. Em um ônibus que segue para o Metrô Santa Cruz, a catraca é a largada dessa corrida contra o relógio. “Daqui vou até Moema, mas não vou passar não, porque duas horas é muito pouco”, disse o lavador Edmundo Santos Nascimento.

O ajudante geral Josenildo já está no segundo ônibus. O primeiro, ele pegou no bairro Horizonte Azul, extremo da Zona Sul. “Eu ainda tenho que pegar mais três ônibus”, afirmou. A viagem dele começou às 6h10 desta sexta-feira (25). Portanto, ele tem até as 8h10 para chegar ao trabalho, na Mooca, pagando apenas uma passagem.

“Eu só vou passar agora em Moema meu carrão. Se eu passar aqui no Largo Treze não dá tempo, porque eu vou para o centro da Mooca”, disse. Depois de uma hora e vinte minutos, Josenildo deixa o ônibus. O próximo é para o Terminal Parque Dom Pedro. Vinte e quatro minutos depois, mais uma baldeação. E, enfim, o último ônibus, linha Vila Industrial.

O ajudante geral chega ao trabalho às 9h04, depois de duas horas e 54 minutos dentro do ônibus. Ele precisou pagar duas passagens. Mesmo com o aumento do tempo, ele diz que será difícil fazer o trajeto pagando uma passagem. “Vai continuar apertado, porque hoje quase completou três horas e não teve trânsito”, justificou.